Filosofia de um pardal
O post de hj nos ensinará uma lição de vida pra vida toda!
Confira e siga essa lição!
Que é pra vida toda tá?
Tá bom?
Sério mesmo, é pra seguir...
Isso é um saco né?
Acho que vou parar, tá ficando sem graça..
Ou não..
Tá, vamos lá!
Atrasando a saída do trem..
Ela escuta o trem parar, e seu filho dizer aos bonequinhos:
- Todos os filhos da puta que querem desembarcar, saiam desta porra de trem agora, porque essa merda é a última parada!
E todos os filhos da puta que estavam voltando e desejam entrar na porra deste trem, coloquem suas bundas no trem agora, porque nós vamos sair com essa merda daqui a pouco!!!
A mãe foi imediatamente à sala e falou ao filho:
- Nós não usamos esse tipo de linguagem aqui em casa!!!
Vá já para seu quarto e fique lá por 3 horas..
Quando você voltar, poderá brincar novamente com o seu trenzinho, mas só se usar uma linguagem adequada!
Três horas depois, o garoto sai do quarto e volta à sala de estar, para brincar com seu trem.
Logo o trem pára e a mãe ouve o garoto dizer aos bonecos:
- Todos os passageiros que estão desembarcando do trem, por favor, lembrem-se de levar seus pertences.
Nós agradecemos a todos por viajarem conosco hoje, e esperamos que tenham tido uma ótima viagem!
Ela escutou o pequenino continuar a falar:
- Para aqueles que já estão embarcando, pedimos que acomodem suas bagagens de mão debaixo dos assentos.
Por gentileza, lembrem-se que não há área para fumantes neste trem.
Esperamos que todos tenham hoje, uma viagem prazerosa e relaxante.
A mãe estava contentíssima. Seu castigo parecia haver funcionado.
Aí, o garoto adicionou:
- E para aqueles que estão putos da vida com o atraso de 3 horas, reclamem com aquela vaca que tá lá na cozinha!!
Como matar formigas de forma criativa..
Maridos: Escolha o seu e seja feliz!
Sessão Piada 3.0
Pessoas do meu querido Brasil Bombril..
Depois de séculos juntando teias de aranha nesse blog tosco, vortei!
Sentiram saudades *.*? kkkkk
Bom, voltamos com sessão piadas 3.0
sem mais enrolação.. ai vai:
O soldado, muito magoado, pediu a todos os seus colegas que lhe emprestassem fotos das suas namoradas, irmãs, amigas, primas, etc.... Juntamente com a foto de Carol, colocou todas as outras fotos que conseguiu recolher em um envelope. Na carta que enviou à Carol estavam 98 fotos juntamente com uma nota que dizia:
"Querida Carol: Isso acontece. Peço desculpas, mas não consigo me lembrar quem você é! Por favor, procura a tua foto no envelope e me envia de volta as restantes."
Com carinho, Paulo!
Moral da história:
Mesmo derrotado, arrase o inimigo!
- Pode passar, Padre! O próximo...
A História de um Corno! (+18)
É a história do corno Fábio, ele escreve o seu depoimento e responde perguntinhas sobre sua nova fundação:
Associação de Auxilio Aos Cornos Anonimos (AACA)
Contém palavreado MUITO corno, então se você é corno, ou desconfia que seja, está no post certo!
Como funcionário público, trabalhando há 15 anos na Câmara Municipal do Natall, seu registro profissional é Fábio Ferreira de Araújo, mas como artista plástico e presidente da Associação dos Cornos Potiguares, é conhecido como Fábio di Ojuara. Nasceu e foi criado em Natal, morou um período em Recife onde obteve seus primeiros contatos com a arte e, atualmente, mora em Ceará Mirim.
Fábio afirma que levou chifres da primeira mulher por oitos anos consecutivos. “Agüentei porque era uma mulher linda e gostosa. Descobri que ninguém consegue comer sozinho uma melancia grande e uma mulher bonita”, frisou. Fábio destacou que passou um tempo sofrendo, sem acreditar no que acontecia - característica de um corno ateu. “Passei mais de um ano aperreado, querendo que ela voltasse e sentindo uma dor de corno danada”, completa.
Depois dessa primeira experiência, assumido a condição de corno, Fábio di Ojuara foi pesquisar o assunto. Descobriu que chifre nunca foi um problema. Ele chegou a conclusão que tudo não passava de uma simples terminologia do universo da traição conjugal. “Chifres foi feito para homem, o boi usa de atrevido”, rebate Ojuara, justificando que a fidelidade no casamento tem que ser facultativa. “A mulher moderna, desse novo milênio, tem um lema em relação a chifre: botou, levou”, disse.
Fábio fez muita investigação, interando-se bastante sobre o assunto. Quando descobriu outras pessoas na sua mesma situação, resolveu fundar a Associação Potiguar de Cornos. Conforme Ojuara, se todos os cornos resolvessem aderir à associação, poderia se configurar a maior categoria organizada em funcionamento. Como presidente, Ojuara disse que perdeu as contas do número de associados, mas promete atualizar o cadastro.
Para registrar esse folclore do chifre, Fábio escreveu um livro onde juntou toda uma literatura sobre o assunto. Intitulado “Sabendo usar... chifre não é problema”, o livro traz os mais diversos tipos de corno, piadas de corno, poesias, provérbios, casos verídicos de traição, entre outras cornagens.
Numa entrevista exclusiva ao jornal O Mossoroense, Ojuara avisa ao leitor: “O ministério dos Cornos adverte: ao terminar de ler esta entrevista, se não desaparecer os sintomas do seu chifre, procure imediatamente um psicanalista. Seu caso é patológico e perigoso”.
Como surgiu a idéia de criar a Associação dos Cornos Potiguares?
Vi que o número de cornos era grande no Estado e além do mais, há associações de prostitutas, de empregadas domésticas, de gays, enfim, de tudo no mundo há algumas associação. Então, pensei: “corno também é gente” e resolvi cria a nossa associação que vem aumentando o número de filiados a cada dia.
Quantos associados tem a ACP?
Eu já perdi as contas. No início, eu ainda controlei o cadastro, mas agora perdi as contas. Todo mundo quando me encontra na rua diz que quer entra na Associação dos Cornos Potiguares e possuir uma carteirinha de corno oficial. Contei até 350 associados, depois, perdi a conta. Agora, estou empenhado para organizar toda a papelada, transformando a Associação dos Cornos Potiguares em uma associação de utilidade pública com sede, estatuto e tudo mais. É necessário que o corno colabore também com uma entidade que pertence a ele mesmo.
Então, essa organização que o senhor que fazer é para que associação crie condições de dá apoio psicológico e jurídico aos cornos?
Exatamente. Unidos, os cornos têm condições de pagar um advogado para que a mulher não tome tudo dele. Mesmo levando chifres, o corno pode manter parte do seu patrimônio. O Ministério Público oferece um advogado ao corno, mas tudo fica mais lento. Agora, eu mesmo dou conselhos aos cornos, fazendo um trabalho psicológico, falando sobre minha experiência e mostrando que chifre não é nada de mais. Nossa associação também que criar uma creche para aqueles cornos que são deixados com uma ruma de crianças, enquanto a mulher foge com o pé de lã.
Qual o perfil do corno potiguar?
É o melhor corno do Brasil, o mais consciente. Em todo lugar do mundo há cornos de todos os tipos. Vejo relatos que chegam em nossa associação de muitos casos de homicídios em São Paulo, onde o corno mata a mulher no meio do desespero. No Rio Grande do Sul e Paraná já houve casos de suicídio porque o coitado do corno não agüentou a pressão na cabeça. Hoje, o corno potiguar é um “corno light”, que conversa abertamente sobre seu problema, convive com a mulher, mesmo sabendo que está levando chifres. Em andei pesquisando em delegacias da cidade e o índice de crimes passionais é quase zero por cento.
Para fazer parte da associação tem que ser corno ou uma pessoa simpatizante pode entrar?
Aquele que gosta do assunto, mesmo sem ser corno (o ateu), pode participar da nossa confraria. Alguns têm curiosidade para saber a reação de um corno quando está levando chifres. Outros preferem ouvir as conversas entre os associados para saber a resenha das últimas novidades na cidade. Afinal, chifre sempre despertou a curiosidade alheia.
Ojuara, como você se sentiu na primeira vez que levou chifres?
Eu passei quase um ano chorando feito um menino novo, com saudades e uma dor no peito que não se acabava. Quando conto a história, muita gente não acredita. Um dia, cheguei em casa às nove da noite, cansado do trabalho, doido pra tomar um banho, dá um cheiro no mulher e dormir. Mas, logo escutei um barulho e fui olhar devagarzinho. Vi o cabra fungado em cima da mulher. Na mesma hora, deu um nó na goela, fiquei sem saber o que fazer, mas não fiz nada. Eles não me viram. Ela nunca falou em me deixar, mas continuava se encontrando com o vizinho. Nessa época, eu não estava preparado para ser corno e sofri uma barra pesada muito grande até me acostumar.
E quando o sujeito passa a gostar de levar chifres, como fica a situação?
Depois que o corno alcança certa experiência no assunto e descobre que chifre não é nada de mais, ele vive feliz com qualquer mulher. Atualmente, vivo com uma mulher que não quer botar chifres em mim. Ela diz que quer ser diferente das outras mulheres.
Mas, isso não descaracteriza um pré-requisito básico da associação dos cornos?
Não. Eu já levei muito chifre antes e não existe um ex-corno. O cabra quando é corno, vai ser corno pelo resto da vida. É um sentimento que fica enraizado feito uma cicatriz na memória.
Como surgiu a odeia de Lançar o livro “Sabendo usar... chifre não é problema”?
O livro é uma junção de tudo que pesquisei, um fruto da minha experiência como corno. Depois que descobrir que havia um universo de corno com problemas semelhantes, resolvi ajudar aos meus irmão que não têm a maturidade para entender a importância do chifre. Esse livro é como se fosse a Bíblia dos cornos. Um livro para qualquer um ter na cabeceira da cama e ser consultado toda noite, antes de dormir. Por outro lado, o chifre também é folclore presente na literatura de cordel, nos textos de Nelson Rodrigues e outras manifestações artísticas. A primeira edição já está esgotada, mas pode ser encontrado nas livrarias de Natal. Estou trabalhando para fazer a segunda edição ampliada do livro. O livro também é carregado de mensagens filosóficas que vai fundo no leitor.
Tipos de corno:
Corno Vidente - tem pressentimento toda vez que leva chifre;
Corno Perito: examina a mulher quando ela chega em casa;
Corno Cofre; cheio de segredos;
Corno Garçom: vive entregando a mulher de bandeja;
Corno Turista: a mulher fica planejando viagens pra ele;
Corno Camaleão: quando vê a mulher, muda de cor;
Corno Religioso: no dia que leva chifre, entrega a Deus;
Corno Cigano: muda de lugar a cada chifre que leva;
Corno Padeiro: além de corno, queima a rosca;
Corno Consórcio: vive ansioso, esperando ser contemplado com um par de chifres.
Provérbios para cornos:
Um chifre só se cura com outro chifre;
Cada um tem o chifre que merece;
Corno só é solidário no chifre;
Chifre é como ferida, se não tratar demora a curar;
Corno que ama não mata;
Chifre não é para todo mundo, mas está ficando cada vez mais popular;
Camuflando os Palavrões!
I'm so busy lately (MiiXeLe knows what I mean) hoho, but I hope this written make you have a funny time!
You thinking that I'm going crazy? speaking in hard words? I'm just starting xP
So, no more waste time, Enjoy it!
Q23m es5a acos462ma3o c6m c09di2os est1 te5ndo f13cil13dade em l2r e33a l3nha? Deer, q716q8er p3ss3a é c3p4z d8s9o n022o ce56bro é m3gn4f8co não?
A camuflagem de palavrões é uma técnica de disfarce de palavras de cunho chulo, transformando palavras ditas por bocas sujas (sem vergonham...) em palavras comuns que podem ser colocadas até em história para criancinhas. Esta técnica surgiu por causa da Associação de Velhas Chatas que dão Chilique Quando Escutam Algum Palavrão na Televisão e em Outros Lugares (VCCQEAPTOL), que queria censurar palavras como merda, bicha e nem fu******. Ao invés de censurar, tiveram a ideia de apenas modificar um pouco os palavrões, que seriam transformados em "palavras normais".
Tudo estava bem até uma velha doida assistir o programa do João Gordo. Essa velha gagá ficou muito irritada com a quantidade de palavrões por centímetros cúbicos na televisão. Ela se juntou com outras velhas sem nada pra fazer a fundaram a tal associação lá. A Associação dos Boca Sujas Sem Vergonham (ABSSV) fez de tudo para impedir a censura. Depois de um tempo de brigas, a ABSSV conseguiu uma liminar que proibia a eliminação de palavrões dos veículos da mídia.
Certo dia, uma outra velha chata, também da Associação de Velhas Chatas que dão Chilique Quando Escutam Algum Palavrão na Televisão e em Outros Lugares, resolveu ter a brilhante ideia de ler a Desciclopédia. Foi a gota d'água. A velha ficou muito doida. Muito doida. Juntaram as velhas corocas do mundo inteiro e conseguiram proibir o uso de palavrões na televisão, na rádio, na internet e em panfletos de lojas.
Depois da confusão envolvendo as velhas desocupadas e os bocas sujas, resolveram seguir uma técnica muito antiga, usada por Dercy Gonçalves. Substituíram algumas letras nos palavrões, transformando estes palavrões em palavras simples do cotidiano do dia-a-dia. Estava tudo resolvido. A ideia foi aprovada até pela ONU.
- Filho da pu**: Filho da luta, milho da gruta, brilho da fruta ou Filho da Pucca.
- Viad*: Fiado, miado ou piado.
- Pu** que pariu: Fruta que partiu, luta que baliu, Ponte que partiu ou chuta que caiu.
- Merd*: Lerda, cerda ou Anônimo.
- Pau no c*: Sal no sul, cal no azul ou mal no Mu.
- Cara***: Baralho, carvalho, orvalho ou salário.
- Pau no c* do cara***: Sal no sul do carvalho ou mal no Mu do orvalho.
- Nem Fu*******: Nem podendo, nem prendendo ou nem mordendo.
- Fo**-se: Morda-se, poda-se ou exploda-se.
- Buce**: Puxeta, borboleta, muceleta ou buchecha cabeluda.
- Piro**: Pipoca, bitoca ou mandioca.
- Vai tomar no c*: Vai tomate crû ou Vai tomar caju












